Um clube pequeno de mães, no contramão do tom de coach maternal. Uma Carta no domingo, um grupo no WhatsApp, um áudio por mês. Sem aula, sem dashboard, sem motivação barata.
É domingo, sete da noite. A casa enfim ficou quieta. Você está com o celular numa mão e alguma coisa na outra — um filho dormindo, uma louça pra deixar pra amanhã, um cansaço que não cabe em legenda.
Quando uma mãe procura algum lugar pra descansar a cabeça nessa hora, encontra três coisas: gente vendendo curso, gente chamando ela de "mamãe" com voz de aula, ou gente dizendo que é só respirar fundo e confiar no processo.
A gente achou que faltava uma quarta opção.
A gente não tá aqui pra te ensinar a ser mãe. A gente tá aqui porque alguém precisava fazer um lugar assim, e fez.
A Mãedonna é uma Casa. Não vende solução. Não dá conselho. Não chama de mamãe. Não promete transformação. Só existe, todo domingo às sete da noite, com uma Carta cuidada e um grupo pequeno onde a regra é uma só: aqui ninguém precisa estar bem.
Três a quatro páginas cuidadas, no seu e-mail. Quem preferir, recebe também um aviso curto no grupo do WhatsApp, com o link. Tema da semana, sem prescrição, sem exercício, sem tarefa.
Espaço fechado e moderado. Sem corrente, sem bom-dia, sem indicação de produto. Mãe falando com mãe. A Casa lendo tudo.
Dez a quinze minutos. Carta falada, mais funda, sobre um tema que apareceu nas Cartas. Pra ouvir quando der.
A Casa é pequena de propósito. Cinquenta mães por turma, pra dar pra ouvir todo mundo. Quando lota, fecha — e abre de novo quando alguém sai.
Sem fidelidade, sem multa, sem pegadinha. Se sair, leva todas as Cartas que recebeu enquanto esteve aqui.
Se a Casa fizer sentido, há uma cadeira esperando.
Passar a fazer parte da CasaA Casa começa em julho. Quem entra agora é uma das primeiras a chegar.